Segunda feira vai chegar e com ela a perspectiva de um novo desafio...Até agora a coisa está se configurando bastante difícil, só ouço comentários do tipo: Isso não tem jeito, não vai prá frente...
Mas afinal, o que querem esses profissionais? Se é que querem alguma coisa...
Uma instituição que abriga pessoas doentes ou necessitando de cuidados especiais, tem suas dificuldades, suas mazelas, e cabe a nós, servidores, trabalhar, no sentido de envidar esforços para que os objetivos sejam atingidos. Isso parece evidente, óbvio, mas será que esses profissionais tem consciência de quais objetivos estamos falando?
Entendo que é em cima deles que se trabalha, que se faz programas.
Parece que a maioria dos funcionários não deseja objetivos para essa população, que é no mínimo, difícil, complexa de se lidar...mas que é a matéria prima que se nos apresenta - tal qual um professor que reclama que seu problema na vida são os alunos, - se esquecendo que sem aluno não existe o exercício do Magistério.
Nossa missão é tentar ressocializar, dentro de uma perspectiva do cuidado com a saúde e das necessidades especiais do preso.
É difícil? É, é muito difícil, mas não impossível, desde que se tenha claro que é isso que buscamos. Nesse sentido, vamos perseguir uma forma de cuidar dessa população, tão sofrida, tão diferente, tão difícil, acreditando que o que importa é o processo, se vamos conseguir ou não, já é uma outra história, tendo sempre presente que nossa matéria prima é o humano.
